quarta-feira, 9 de junho de 2010

Por favor, alguém que feche a torneira

Isto é para ti São Pedro, por me arruinares os planos para o feriado e talvez para todo o fim-de-semana. Obrigadinha.



terça-feira, 8 de junho de 2010

Ele há dias felizes

Para começar bem o dia recebi um dinheirito extra na minha conta, com o qual não estava a contar, pelo menos para já.
Um pouco mais tarde, recebo a notícia que não preciso vir trabalhar na sexta-feira. Tolerância de ponto, oferecida pela empresa. Yeeeeesssss.
Portanto, com dinheirito extra e mini férias a aparecerem assim, aos pares, tudo no mesmo dia.
Gaja que é gaja, só pode dizer: Há dias fantásticos, não há!?

domingo, 6 de junho de 2010

Dia (im)perfeito

Tarde perfeita. Sol, bom tempo, esplanada, caracóis, boa companhia e boa disposição. Porque será que as tardes perfeitas, não podem acabar em noites também elas perfeitas. Talvez para não acostumar mal a malta, do género há e tal, depois pensam que a vida é só capuchinhos vermelhos saltitantes, com cestas cheias de bolinhos caseiros e esquecem-se dos lobos maus que existem por aí para desequilibrar a coisa.
Malditos putos, que acham que divertimento é arruinar a brincadeira e os brinquedos dos mais novos e deixarem-nos lavados em lágrimas.
Malditos bebedos, que acham que a lei seca vai voltar brevemente. Bebem este mundo e outro como se não houvesse amanhã e desatam a maltratar quem os atende como se fossem os donos e senhores do local e da situação.
E nestas alturas lá está aqui a borrega, com a mania de ser boa samaritana, a acalmar os ânimos e a resolver situações de merd@. E por muito que me custe admitir, a agradecer á entidade patronal todos os cursos de atendimento ao cliente e toda a práctica profissional adquirida ao longo dos anos.
Mas também garanto, que se de repente chegasse ao pé de mim um daqueles jornalistas de uma qualquer televisão ou jornal sensacionalistas, e me pedisse opinião de como acabar com uma noite destas com uma só palavra, a única que me vem á cabeça é "Espingarda".
Porra, eu só saí á noite, ainda por cima com o meu piolhito, para comemorar o aniversário de uma amiga, haverá algo mais simples!?

sábado, 5 de junho de 2010

Noite de Sexta

Após um jantar fantástico, noite de cinema ainda mais fantástica.
Filme: Sex and the City, pois tá claro. Adorei.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Conceito pessoal sobre pessoas

Afinal, existem pessoas, ou etiquetas que criam pessoas?


Qualquer dia passo a desdenhar do velho adágio do ovo e da galinha e vou querer saber se a dita cuja nasceu da etiqueta ou a etiqueta nasceu dela.

Porque estou em querer acreditar que nos tempos que correm, para uns e outros, se a porra da galinha, não tiver nascido com um sobrenome, do género (de Vasconcellos e Albuquerque), nunca tiver calçado uns louboutin , vestido uma roupita Chanel ou aprendido a falar com aquele estilo (tà a ver!?), nem tão pouco é uma galinha.

Sou apenas uma pessoa que gosta de pessoas. Não interessa o género, porque para mim a coisa já se apresenta naturalmente simplificada, a partir do momento em que todos sabem distinguir uma pessoa de um animal (que não merece menos consideração) ou de uma planta.

Portanto, pergunto eu,  porque terei de tratar os meus amigos ou conhecidos de maneira diferente, quando estou com outros amigos ou conhecidos, para que os primeiros não se sintam mal em detrimento dos segundos!? Ou no meu local de trabalho terei que olhar com um olhar desconfiado para alguém, que não se apresenta segundo os padrões convencionados pela sociedade!?

Nunca fui dada a essas merdas de separar o trigo do joio, porque infelizmente, nunca soube distingui-los e ainda bem. E segundo parece, sempre tive (e pelos vistos continuo a ter) uma certa tendência a misturar-me mais com o joio.

E mais uma vez, volto a repetir, ainda bem. Tenho aprendido lições de vida fantásticas. Para além da minha tendência natural, arranjei um gajo ainda “pior” do que eu, que me ensinou que o importante, não é o aspecto mas sim o coração e alma que se encontra por baixo desse primeiro impacto visual.

Exemplos práticos:

Sábado á noite, zona dos bares da cidade. Gente e mais gente nas ruas, estacionamentos cheios. Acabo por conseguir estacionar no único local vago, mas fantástico, sitio perfeito, demasiado perfeito , até que percebi o porquê. Mesmo ao lado, Punk daqueles mesmo punks com uma crista de meio metro pintada de uma cor fluorescente, acompanhado pela namorada gótica com ar de sobrinha da família Adams. Ela estática com ar desalentado, ele atarefado a tentar mudar um pneu do carro.

Resultado: O meu gajo salta do carro assim que acabo de estacionar e pergunta se necessitam de ajuda. E eu juro que nunca na minha vida tinha vislumbrado um ar de alívio tão autêntico como aquele.

Conclusão: Conhecemos um casal super simpático, que já ali estava á cerca de meia hora, porque percebiam tanto de mudar pneus como eu percebo de renda de bilros, e não tinha havido uma alminha caridosa que tivesse tentado ajudar. Não eram da zona, tinham vindo apenas para beber um copo num dos bares mais badalados da zona velha da cidade, para quem gosta de música da pesada, e onde gente chique não entra. E onde fizeram questão de voltar para nos pagar um copo.
A amiga que ia connosco, um pouco mais recatada, mas sempre mortinha pela aventura e pelo desconhecido, não parava de dizer “ É por estas e por outras que eu gosto de vos acompanhar. Realmente, só vocês. Quem mais parava para ajudar esta gente?” A isso eu só posso responder: “Qualquer pessoa sem preconceitos".

Outro exemplo, é e será sempre o meu amigo “qué frô”, como todos o conhecem. Para mim ele é apenas outro ser humano, que merece tanto estar neste planeta como qualquer outro. Como tal, há cerca de sete anos atrás defendi-o por duas vezes, de pessoas estúpidas que apenas tentavam gozá-lo e até roubá-lo.

Resultado: a partir dessa altura, este desconhecido tornou-se meu amigo, tivemos oportunidade de falar, sei o nome dele (coisa que ninguém sabe nem se interessa) e várias coisas sobre a sua vida e o seu país. Desde essa altura cada vez que se cruza comigo, oferece-me uma rosa e fica ofendido se eu não aceito. Quando não me encontra a mim mas se cruza com o meu marido, faz questão de enviar a rosa por ele, perguntando sempre (como está mulher e criança?).
Tenho uma amiga de longa data, daquelas mesmo amigas, do género amiga mais amiga não há. Mas acabamos sempre por discordar nesta situação. Quando vamos jantar fora e este meu amigo “qué frô” aparece, ela passa-se e diz-me sempre algo do género (Só tu, para te dares com este tipo de gente. Vá, tenta fazer de conta que não o viste, pode ser que ele passe ao lado sem parar. Qualquer dia deixo de jantar fora contigo. Só me fazes passar vergonhas).
E agora pergunto eu, qual a diferença!? Não são ambos seres humanos?


Último exemplo:

O meu gajo é empregado de bar. Faz vida nocturna há anos e acabou por me fazer apaixonar também por esse tipo de vida, a qual ,eu abracei durante algum tempo todos os fins de semana em forma de trabalho/divertimento (enquanto não fui mãe). Acabei por conhecer todo o tipo de gente, até porque mesmo ao lado, existia um espaço jovem patrocinado pela câmara municipal, onde todos os sábados havia concertos de bandas de garagem. Putos vestidos de preto, cobertos de piercings, tatuagens e correntes, cabelos no ar e adornados com as coleiras dos respectivos cães e gatos.

Resultado: Putos fantásticos, educados, que pediam se faz favor e respondiam obrigado quando recebiam o pedido efectuado. Putos que fizeram questão de me oferecer algumas das “coleiras” como recordação, (as quais eu até hoje guardo com todo o amor e carinho), apenas porque eu os tratava com simpatia e igualdade. Bem como o meu marido tem t’shirts, algumas únicas, despidas na altura e entregues em sinal de agradecimento pelo acolhimento e carinho demonstrados.

Conclusão Final: O ser o humano não é o invólucro carnal que apresenta, mas sim a alma que vive dentro dele. E esta alma poderá revelar-se facilmente, perante um simples sorriso de simpatia.


...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Em ponto de vulcão

A saga Finanças/Seg. Social/ Entidade empregadora, continua. Ou seja, dinheiro nem vê-lo.


 IRS:

Continua bloqueado. Explicam-me os srs. das Finanças, que enquanto a 1ª declaração (que apresentou anomalias) não for anulada, a 2ª não entra . E anular uma declaração é muito complicado. Complicado!? Complicado tipo dois meses a atirar-se já para os três e sem solução á vista? Porra, o que vem a ser isto? Já pensei ligar para a NASA, para mandarem o melhor engenheiro disponível a fim de ajudar em tão complicada tarefa. Interessados???
 Após várias visitas e telefonemas á repartição, apenas recebo evasivas encavacadas, do género: pois, eu compreendo, também já não sei o que lhe dizer, mas pelo menos ainda cá está tudo no sistema, sabe, é que ás vezes ao fim de uns tempos desaparece tudo e é necessário voltar á estaca zero, portanto no meio do azar ainda está com sorte, ah, e tal. E só me apetece pôr aos gritos. Ah, e tal, ah e tal não! Sorte!? Olha que porra de sorte a minha. O que eu quero meus amigos, é o meu dinheiro num sitio palpável (de preferência no meu bolso) e não perdido num qualquer buraco virtual que ninguém sabe onde fica. OK!?

Seg. Social versus entidade empregadora:

Deve ser mesmo castigo por ter caído de focinho no chão, só pode. Do género, toma lá para aprenderes a descer escadas como as pessoas normais. _ Estamos todos a zelar pelo seu bem minha querida, esta é uma forma de garantir que a menina aprendeu a sua lição e não vai voltar a repetir proezas páraquedistas . E se se portar bem nos próximos tempos e mostrar que aprendeu a lição, pode ser que venha a receber o seu dinheirito, quiçá, daqui a meia dúzia de aninhos. Boa!?
Mas afinal que porra é esta!? Baixa em Março. Como me atrasei a entregar a porra do papelucho exigido nestas ocasiões, fui penalizada em Abril com o desconto de uma grossa fatia do ordenado, mas com promessas para o mês de Maio. Ok. O mês de Maio apareceu conforme prometido, mas só, leve e solto conforme qualquer mês primaveril que se preze. Sonhos de qualquer coisita a acompanhá-lo foram  apenas pura ficção.

Telefonema para a Seg. Social:  Garantem-me assunto despachado desde o inicio do referido mês.

Telefonema para Entidade Empregdora “para suposto substituto da Drª que trata destes assuntos, mas que neste momento, se encontra de férias por três semanas”:
 Resposta á questão pelo dito substituto: _ Pois, se não recebeu é porque não chegou cá nada.
 E respondo eu _ Mas a seg. Social garante-me ter dado despacho ao processo no inicio do mês.
 E responde ele _ Pois, mas não se pode acreditar em tudo o que eles dizem.
 E eu insisto _ Mas pode confirmar?
 E ele responde _ Tá bem. Ligue-me da parte da tarde.
 E da parte da tarde, eu volto a ligar só porque sim, porque já adivinhei a resposta. Tomara eu ser tão boa no jogo como sou nestas merd@s.
 Resposta:  _ Pois, não encontro nada, mas também, essa informação pode estar no computador da Drª, e eu a esse não tenho acesso. Portanto, vai ter de esperar para falar com ela quando regressar das férias.

Fónix, como é que uma empresa com centenas de trabalhadores consegue bloquear tão completamente com a falta de apenas um, unzinho só trabalhador!? Pergunto eu na minha santa ignorância.

Resultado: mais uma vez tenho o meu dinheiro por aí perdido num qualquer espaço virtual, que ninguém se interessa muito em saber onde fica. E eu, vou continuando para aqui de sorriso nos lábios e cara alegre, porque ninguém tem nada a ver com os meus problemas e também porque quero continuar a acreditar que tudo se resolverá pelo melhor. Mas no fundo , no fundo, estou prestes a explodir qual vulcão Islandês.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Saída airosa


Um destes dias, se ninguém me impedir. Ainda vou ser convidada a sair de um qualquer local daqueles que me andam a incomodar, "trabalho incluído", vestida com uma destas roupinhas fashion inteiramente grátes. Cortesia do estabelecimento em questão, seja ele qual for.

Estado de espírito


Á beira de um ataque de nervos......

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Vida

O dia de hoje foi...digamos interessante. Interessante ao ponto de reavivar no meu cérebro uma frase já esquecida, mas fantástica, que não me saíu da ideia durante as ultimas doze horas.
"Ninguém morre virgem! A vida F___-nos a todos.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Estado Zen

Estou em estado Zen.
Portanto hoje, podeís vir a mim mal humorados deste mundo, vinde descarregar as vossas fúrias na minha pessoa, que eu estou aqui de coração e sorriso abertos, para vos receber com toda a compreensão e carinho.
E a que se deve esta paz de alma? A algo muito pequeno e ao mesmo tempo tão grande.
O meu piolhito hoje de manhã, quando o sentava na cadeirinha do carro, virou-se de repente para mim com aquela boquinha pequenina a fazer biquinho, e assim do nada, espeta-me um xoxo repenicado na bochecha e diz-me: (Sabes mãe, és muito fofinha). E logo de seguida virou-se para a frente e ficou absorto nos seus pensamentos.
Mas nesse momento, para mim o mundo parou e senti-me invadir por um banho de amor e felicidade, que me refrescou a alma para o resto do dia.
E agora venham lá dizer-me que felicidade é ganhar o euromilhões. O tanas. Podem alcunhar-me de lamechas ou outro epíteto do género, mas para mim não há dinheiro no mundo que pague estes momentos espontâneos, que acontecem simplesmente, porque sim. E nos deixam o resto do dia com um sorriso estupido pregado na cara e um coração leve e transbordante, de uma felicidade que não conseguimos explicar, apenas sentir.
E agora perguntem lá. E se te tivesse saido e euromilhões não estarias também felicíssima?
E eu só posso responder: Estar, estar, até estaria. Mas não era o mesmo tipo de felicidade.