Para descontrair;)
Diz o primeiro ministro para o secretário:
- Vou atirar esta nota de 100 Euros pela janela e fazer um português feliz.
- O Sr. ministro, não acha preferível atirar duas de 50 e fazer 2 portugueses felizes? Diz o Secretário.
- Não faça isso, Sr. primeiro ministro. Atire vinte notas de 5 e faça 20 portugueses felizes! Diz o Escriturário lá no seu canto.
Ouvindo isto tudo, reage a senhora de limpeza:
- Porque é que o senhor Primeiro Ministro não se atira da janela e, faz dez milhões de portugueses felizes?
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terça-feira, 7 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Aparência acima de tudo
Entram os dois em tom de discussão. Ela revelando um rosto envelhecido, espelho dos reveses da vida, pele de pergaminho escurecido e enrugado. Ele deixando transparecer um ar ligeiramente mais jovem por detrás de uma barba comprida e cerrada e de uns óculos enormes de lentes grossas.
Em comum o cheiro a suor retardado, misturado com um odor de cama onde os lençóis não são mudados há três meses e, a roupa desactualizada despropositadamente quente num dia que imitava o verão no seu melhor. No geral, o aspecto de quem vive por aí algures sem grandes recursos.Acho que Eisnstein dizia que ao contrário da luz, o pensamento anda à velocidade de uma carroça puxada por um burro, eu discordo. O espaço entre a porta e a secretária que nos separava é limitado por uns cinco passos, logo um espaço temporal de segundos. No entanto, nesse curto espaço de tempo, o meu cérebro congeminou várias teorias para tão excêntrico par. Primeiro tomei-os como um casal. Logo de seguida… talvez vizinhos que se ajudam perante uma contrariedade. Finalmente em detrimento dos últimos dois, a opção de amigos da vida que se amparam num problema que atinge um deles e, imediatamente a seguir vi-me novamente na casa de partida, quando ouvi o macho da dupla vociferar em tom de quem não admite réplicas «Senta-te e cala-te que quem explica a situação aqui sou eu» e ela senta-se com um ar amuado, mas resignado. Ainda tive tempo de varrer o pensamento com um “não há dúvidas de quem é o homem da casa” e passar o espanador no “a querida deve levar no focinho” antes do “suposto garanhão” começar a expor o problema que os levou até à minha pessoa.
A senhora tinha sofrido um furto de esticão, no qual a mala sumira com todo o seu conteúdo. Precisava de fazer um novo passe, mas todos se recusavam a receber o pedido sem um documento de identificação. O que segundo o meu interveniente até era compreensível, não fosse a vida estar tão cara e difícil, para pagar diariamente bilhetes nos diversos transportes públicos.Voltei a analisá-los “com os olhos… e o nariz inevitavelmente” e resolvi ajudar com uma confirmação de dados feita através de uma ficha de cliente já existente. Para que a vida, que já me parecia ser-lhes suficiente difícil, não se tornasse ainda mais.
Entretanto reparo na data de nascimento da senhora e até rejubilei. Contas rápidas de cabeça e resultado: Setenta anos, idade mais do que legitima para passe 3ª idade a metade do preço, iria fazer a boa acção do dia. Pensava eu, porque entretanto tudo desmoronou.
Eu simpática: Peço desculpa, mas que idade tem a senhora?Ela: Setenta, porquê? Está a ver aí no computador que eu sou velha? Eu sei que sou velha!
Eu, estupefacta mas igualmente simpática: Apenas reparei que a senhora tem direito a passe 3ª idade, que custa metade do preço e resolvi informá-la, porque há clientes que não se apercebem desta vantagem.
Ela: Eu estou muito bem informada. É aquele da risca a meio da senha não é? Aquele que diz a toda a gente que somos velhos! Não, obrigada.
Ele: Oh. Filha, mas a senhora disse que é metade do preço, é de aproveitar.Ela: Tu cala-te já. Quando tu tiveres idade para tirares o passe terceira idade, talvez eu considere também essa opção, até lá não há passes terceira idade para ninguém, estás a perceber? Não preciso cá de um bocado de papel a atestar que eu sou velha, era o que mais faltava.
Ele resigna-se à sua insignificância e eu à minha. Terminei o meu trabalho atestando a veracidade da identificação civil da senhora perante terceiros e, voltei mais uma vez à casa de partida. Aproveitando para atestar perante mim própria que nem tudo é o que parece. Primeiro, não confiar nas primeiras impressões e segundo, gaja que é gaja pode aniquilar o homem da casa na mesma fracção de segundos em que aniquila a verdadeira idade.Então vejamos. Pobre? Sim senhor. Fedorenta? Ok. Sem dinheiro para comer? Na pas de problem. Com aquele ar mumificado de quem acabou de desembarcar de um qualquer sarcófago de um século qualquer antes de Cristo? What´s the problem? Importante mesmo é manter a fachada. Velha, pobre e mal cheirosa… mas tudo isso com muito estilo.
E novamente, durante aqueles cinco passos que separam a secretária da porta ou vice-versa e, que demoram meros segundos a percorrer, me passou pela mente dizer-lhe uma destas pérolas que acabaram por me ficar entaladas no goto: « Sabe!? tomou a decisão correcta, é que sem dúvida, qualquer colega da fiscalização perante um passe 3ª idade apresentado por alguém tão jovial e simpático como a senhora, acreditaria estar perante uma falsificação. Desta forma acaba por poupar imensos mal entendidos» ou, aquilo que gostaria mesmo de lhe dizer: “ Vê se te enxergas pá, ninguém precisa de um passe para atestar a tua idade quando tem as tuas tombas à frente, certo!?”
Moral da história: Cada um alimenta-se daquilo que quer… E há sempre alguém disposto a alimentar-se apenas de aparência!
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
Pois tá claro que estou chateada pá - Parte II
Então agora não consigo fazer comentários!? Mas porquê? Alguém me explica?
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Pensamento do dia
A maioria dos autarcas portugueses são os mais católicos do mundo.
Não assinam nada sem levar um "terço".
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Não assinam nada sem levar um "terço".
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quinta-feira, 26 de maio de 2011
A Fada das Meias
Há uns tempos falei da fada dos dentes, a qual (por enquanto) não me merece grande crédito. Mas eis que dou por mim a acreditar piamente noutro ser, que só pode pertencer também ele, ao Reino da fantasia. Apresento-vos a Fada das Meias. Juro que existe, só pode existir.
Então vejamos. Quando coloco roupa na máquina de lavar conto escrupulosamente os pares de meias, um par, dois pares, três pares, check. No entanto, após a lavagem terminada saem sempre impares. É rara a lavagem em que os três pares não se transformam inexplicavelmente em dois e meio. Isto só por si, já é estranho, mas eu até podia deixar passar e colocar os meu dotes matemáticos em causa, não fossem as moeditas perdidas que aparecem de seguida. Posso jurar que viro e reviro tudo o que é bolso, sacudo, inspecciono e nunca encontro nada antes da lavagem. No entanto, tcharan… quando abro a máquina e retiro toda a roupa, lá está uma meia a menos e uma moeda a mais. Ora digam-me lá que isto não é estranho!? Só pode ser obra de um ser de outro mundo, certo!?
Agora pergunto eu, isto só se passa comigo? Será que tenho uma fada pessoal, que me lixa as meias em troca de moedinhas de cêntimo. Ou será que ela anda por aí a lixar as meias de mais uns quantos e ninguém diz nada por achar que está a enlouquecer? Hum…?
P.S. para a Fada das Meias: Se realmente existes começa a deixar umas moedas decentes. Para cima de um Euro, vá. É que entre comprar meias novas, e a possível destruição da máquina provocada pelos depósitos indevidos, convenhamos que não é com a porra de uns cêntimos que a malta se governa. Forreta.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Fui publicada, mas...
Não, não se iludam, não publiquei um livro nem sou um novo Saramago no feminino. Mas acho que acabei de sentir na pele aquilo, que muitos verdadeiros escritores, por vezes devem sentir.
Passo a explicar. A minha empresa tem uma revista trimestral interna que é distribuída pelos trabalhadores. Durante o mês de Março, a minha chefe entrou em contacto connosco, dizendo que tinha sido incumbida de escrever um artigo sobre o gabinete onde trabalho e, que agradecia a nossa colaboração no sentido de relatar-mos uma história engraçada, daquelas que por vezes acontecem por lá.
Recordei de imediato um post que já tinha colocado aqui no blogue. Enviei-lhe o mesmo por email e a resposta foi imediata. Tinha adorado, era exactamente o que pretendia e ia enviar para apreciação. Fiquei contente, fiquei até feliz. Afinal, a minha chefe tinha gostado de algo escrito por mim fora do âmbito profissional. Mas… foi sol de pouca dura. Passados uns dias, acompanhado de um grande pedido de desculpas, recebo o texto de volta completamente esquartejado. Logo de seguida um telefonema com novo pedido de desculpas e a explicar que a coisa funciona mesmo assim. Também a ela, colaboradora de longa data da revista, lhe acontece. Todos os textos são revistos e efectuados cortes, nem tudo pode ser publicado, porque há certas frases ou palavras que podem ser mal interpretadas e, a revista é lida por uma comunidade de trabalho enorme onde quase todos se conhecem, o que torna a pessoa que escreve um alvo fácil de interpretações dúbias e blá, blá, blá…
Fiquei lixada, aquele já não era o meu texto. Ela pesarosa deu-me a oportunidade de retirá-lo, embora agradecesse que eu não o fizesse pois já tinha escrito o artigo baseado nele. Ponderei e acabei por deixar seguir.
Ontem saiu a revista. E lá vinha o meu texto realçado a azul, seguido do artigo da chefe. Pensei que quando visse o produto final iria ficar novamente contente… não fiquei. Nem contente, nem triste, nada. Olhei, vi, li e não senti nada. Mais tarde percebi porquê, não foram só as palavras que desapareceram, foi a Alma… aquele texto deixou de ser eu...
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Passo a explicar. A minha empresa tem uma revista trimestral interna que é distribuída pelos trabalhadores. Durante o mês de Março, a minha chefe entrou em contacto connosco, dizendo que tinha sido incumbida de escrever um artigo sobre o gabinete onde trabalho e, que agradecia a nossa colaboração no sentido de relatar-mos uma história engraçada, daquelas que por vezes acontecem por lá.
Recordei de imediato um post que já tinha colocado aqui no blogue. Enviei-lhe o mesmo por email e a resposta foi imediata. Tinha adorado, era exactamente o que pretendia e ia enviar para apreciação. Fiquei contente, fiquei até feliz. Afinal, a minha chefe tinha gostado de algo escrito por mim fora do âmbito profissional. Mas… foi sol de pouca dura. Passados uns dias, acompanhado de um grande pedido de desculpas, recebo o texto de volta completamente esquartejado. Logo de seguida um telefonema com novo pedido de desculpas e a explicar que a coisa funciona mesmo assim. Também a ela, colaboradora de longa data da revista, lhe acontece. Todos os textos são revistos e efectuados cortes, nem tudo pode ser publicado, porque há certas frases ou palavras que podem ser mal interpretadas e, a revista é lida por uma comunidade de trabalho enorme onde quase todos se conhecem, o que torna a pessoa que escreve um alvo fácil de interpretações dúbias e blá, blá, blá…
Fiquei lixada, aquele já não era o meu texto. Ela pesarosa deu-me a oportunidade de retirá-lo, embora agradecesse que eu não o fizesse pois já tinha escrito o artigo baseado nele. Ponderei e acabei por deixar seguir.
Ontem saiu a revista. E lá vinha o meu texto realçado a azul, seguido do artigo da chefe. Pensei que quando visse o produto final iria ficar novamente contente… não fiquei. Nem contente, nem triste, nada. Olhei, vi, li e não senti nada. Mais tarde percebi porquê, não foram só as palavras que desapareceram, foi a Alma… aquele texto deixou de ser eu...
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domingo, 15 de maio de 2011
Selinho e desafio
Mas como qualquer afilhada, a magana não dá ponto sem nó. E lá vinha o selinho acompanhado de uma porra de um desafio que me deu uma trabalheira do caraças. Pr'á próxima facilita um bocadinho, ok!? De qualquer forma, obrigada e desejos de muito sucesso para o teu blogue.
Então aqui vai:
1. Se fosses uma peça de roupa, o que serias?
R: Calças. É aquela peça de roupa indiscriminatória… serve a toda a gente.
2. Se fosses um personagem de bd/ desenhos animados quem serias?
R: A Cathy. Com as suas quatro grandes preocupações: a comida, a família, o amor e a carreira.2. Se fosses um personagem de bd/ desenhos animados quem serias?
3. Se fosses uma praia, qual serias?
R: Qualquer uma, em qualquer lugar de difícil acesso, quase sempre deserta. Daquelas que toda a gente quer mas poucos conseguem lá chegar. Não precisa ser paradisíaca, com areia super branca, palmeiras e mar azul transparente onde se podem ver com nitidez peixes multicolores. Para mim, basta estar vazia e temos paraíso.
4. Se fosses um destino turístico, qual serias?
R: Sei lá. A Aldeia de Picha? (para os mais distraidos, é mesmo uma aldeia portuguesa, podem pesquisar). Pode não valer nada, mas a toponímia só por si é um verdadeiro golpe de Markting… cheia de mistérios por desbravar;) 5. Se fosses uma cidade, qual serias?
R: Uma cidade não. Seria mais uma vilazita (sou uma pessoa recatada). Talvez… Hum... Freixo de Espada à Cinta! Fica no ouvido, não fica!?6. Se fosses um apresentador de talk-show, quem serias?
R: Decididamente a Oprah. Sensível, com um grande coração e uma das mulheres mais ricas do mundo. Quer dizer, ser, ser, não seria, mas não me importava nada.7. Se fosses uma parte do corpo, qual parte serias?
R: Um coração. Sou um turbilhão de emoções sempre à espera de um AVC.8. Se fosses um beijo, que tipo de beijo serias?
R: Um beijo na testa. É uma frase que me caracteriza quando alguém me dá uma boa noticia. “É pá, se estivesses agora ao pé de mim até te dava um beijo na testa”. E quando estão, às vezes apanham mesmo com ele.9. Se fosses uma estação do ano, que estação serias?
R: Primavera ou Outono. Sou sempre uma pessoa de meios termos.10. Se fosses um blog, que blog serias? (Escolhe um blog da tua lista, não vale o teu)
R: Depois de muito pensar, decidi, por todos os motivos e por nenhum em especial, escolher o Blogue da M. "O meu vizinho é pior que o teu". Por qualquer razão inexplicável tornei-me viciada neste blogue, e sempre que tenho oportunidade passo por lá. Pronto, confesso, adoro a irreverência da M., a sua dualidade, os seus textos e principalmente "aquelas coisas que só ela se lembra".
E acabei de arranjar sarna para me coçar...
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sábado, 14 de maio de 2011
Pois tá claro que estou chateada pá...
Por causa da filoxera que ontem atingiu o Blogger, todos os simpáticos comentários deixados no post anterior desapareceram. Depois uma gaja fica chateada, pois tá claro que fica chateada pá.
Assim não há condições.
Pronto... tinha de demonstrar o meu desagrado.
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Assim não há condições.
Pronto... tinha de demonstrar o meu desagrado.
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quinta-feira, 12 de maio de 2011
Coisas de gaja
E pronto, é um facto: Nós mulheres, precisamos mesmo de livro de instruções.
Ora então, chega o dia (e nisto dá jeito ter filhos). Quando chega a hora da prenda encarregamos o puto de entregá-la e fazemos questão de dizer: Essa prenda é do teu filho e dos teus sogros. E ele: E tua, não? E nós de peito ufano: Claro que não, durante semanas disseste que não querias nada, portanto, eu nada te comprei. E mantemos aquele ar de : Toma lá para aprenderes e ah e tal, I’m the queen of the world, portanto para a próxima pensa bem antes de dizeres que não queres nada. E a coisa dura e dura… durante meia hora até a mãe dele telefonar, e o neto gritar que o telemóvel é novo, e a senhora sem entender bem, perguntar o que o neto está a gritar, e o gajo responder: O teu neto está a dizer que estou a falar contigo no telemóvel novo que foi prenda dele e dos meus sogros.
É pá, aí pára tudo, até a respiração. É que foi mesmo do género pára tudo. Então e eu caraças? Eu não ofereci nada? Como é? Eu que pensei sozinha e esmiucei a minha paciência e a de mais uns quantos para encontrar a prenda perfeita e agora, ah e tal, não sou nem perdida nem achada na mesma? Queres ver que este gajo ainda pensa que eu parti o mealheiro do puto para comprar a prenda?
Aniversário do marido.
Ao fim de anos de convivência e troca de presentes, as ideias acabam e, nós perguntamos: O que queres receber de prenda de aniversário? E ele: nada. A pergunta repete-se durante semanas e ele sempre numa de nada. E nós de levezinho começamos a preparar a vingançazinha. AH, é nada? Pois nada será!
Entretanto acabamos por descobrir que o telemóvel dele está a dar as ultimas e resolvemos substitui-lo. Passamos horas a pesquisar na net, mais horas ainda a chatear os amigos conhecedores destas tecnologias, outras tantas a chatear os empregados das lojas de telemóveis, até achar o telemóvel que será o substituto perfeito do actual e o qual acabamos por adquirir com o orgulho de quem faz a compra perfeita. Quando tudo está resolvido ligam-nos os “sogros do rapaz”, também eles desesperados sem prenda, e que resolvem contribuir monetariamente para o referido telemóvel que nós levamos dias a pesquisar e adquirir. Mas tudo bem, sempre ficou mais barato e… melhor ainda para a vingançazinha. Ora então, chega o dia (e nisto dá jeito ter filhos). Quando chega a hora da prenda encarregamos o puto de entregá-la e fazemos questão de dizer: Essa prenda é do teu filho e dos teus sogros. E ele: E tua, não? E nós de peito ufano: Claro que não, durante semanas disseste que não querias nada, portanto, eu nada te comprei. E mantemos aquele ar de : Toma lá para aprenderes e ah e tal, I’m the queen of the world, portanto para a próxima pensa bem antes de dizeres que não queres nada. E a coisa dura e dura… durante meia hora até a mãe dele telefonar, e o neto gritar que o telemóvel é novo, e a senhora sem entender bem, perguntar o que o neto está a gritar, e o gajo responder: O teu neto está a dizer que estou a falar contigo no telemóvel novo que foi prenda dele e dos meus sogros.
É pá, aí pára tudo, até a respiração. É que foi mesmo do género pára tudo. Então e eu caraças? Eu não ofereci nada? Como é? Eu que pensei sozinha e esmiucei a minha paciência e a de mais uns quantos para encontrar a prenda perfeita e agora, ah e tal, não sou nem perdida nem achada na mesma? Queres ver que este gajo ainda pensa que eu parti o mealheiro do puto para comprar a prenda?
E pronto, sem mais delongas passamos à moral da história: Nós gajas, precisamos mesmo de livro de instruções, como podemos querer que eles nos compreendam se nem mesmo nós sabemos ao certo aquilo que queremos!?
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Pensamento
Aproveitando as palavras do grande Friedrich Nietzche:
"O que não nos mata... torna-nos mais fortes"
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"O que não nos mata... torna-nos mais fortes"
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