...
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Qual príncipe encantado, qual quê!
Mulheres, parem de esperar pelo príncipe encantado e deixem-se apanhar pelo lobo mau
Ele vê-nos melhor, ouve-nos melhor e ... ainda nos come...
;)
;)
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
A idade da inocência
E haverá algo mais bonito que a inocência de uma criança?
"Magia é magia, conhecer o truque é saber como se faz... batota."
Palavras do piolhito, que prefere acreditar que a mãe é... mágica.
Tentei ensinar-lhe um truque, mas ele nem quis saber, preferiu continuar a sorrir deliciado enquanto inocentemente via a magia acontecer uma e outra vez.
Deixou-me a pensar. Talvez também nós, se não andassemos tão preocupados em compreender a realidade, pudessemos encontrar no decurso da vida alguma magia que nos fizesse sorrir mais um pouco.
...
"Magia é magia, conhecer o truque é saber como se faz... batota."
Palavras do piolhito, que prefere acreditar que a mãe é... mágica.
Tentei ensinar-lhe um truque, mas ele nem quis saber, preferiu continuar a sorrir deliciado enquanto inocentemente via a magia acontecer uma e outra vez.
Deixou-me a pensar. Talvez também nós, se não andassemos tão preocupados em compreender a realidade, pudessemos encontrar no decurso da vida alguma magia que nos fizesse sorrir mais um pouco.
...
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
A tradição continua a ser o que era
Decorada pelo piolhito, a nossa árvore de natal é uma parafernália de enfeites decorativos, ela é luzes, fitas, bolas, pais natal, renas e claro, a bela da estrela no topo, num equilíbrio periclitante. Vista ao longe parece uma torre de piza natalícia, porque o peso já a faz inclinar para um dos lados e, aqui só para nós que ninguém nos ouve, quase vos posso jurar, que no silêncio da noite até a ouço gemer. Mas pronto, o piolhito está feliz e acha que tem a árvore mai’linda do mundo e, se o piolhito está feliz, a mãe do piolhito também está.
Entretanto, a propósito de um comentário ao post anterior, reparei que até mantemos uma certa tradição já pouco habitual nos nossos dias. A nossa árvore tem sempre figurinhas de chocolate, que para além de serem decorativas são um estímulo ao engenho dos mais pequenos. Já nos meus tempos de miúda, era tradição decorar a árvore com chocolates que raramente chegavam ao fim da época festiva. Eu surripiava os que estavam mais escondidos e fazia figas para que a minha mãe não lhes sentisse falta, o meu irmão mais engenhoso, comia os chocolates e deixava os papéis pendurados e moldados de uma forma atamancada, que não enganava ninguém, mas divertíamo-nos bastante porque “roubado sabe sempre melhor”.
Tinha esquecido esta fase até ao ano passado, quando descobri que tenho em casa o verdadeiro mestre do disfarce, uma versão bastante melhorada do tio. Ele come os chocolates e também deixa os papéis vazios na árvore, mas perfeitos, na sua forma original como se nunca tivessem sido tocados, só mesmo visto porque contado não dá para acreditar. Como consegue? Não sei, o sacaninha não revela os seus segredos, mas aquelas mãos pequeninas, com dedos compridos e fininhos fazem magia. Como dizia a minha avó “dedos de habilidoso” e ora aí está a habilidade do fedelho, que ainda se ri com ar de gozo quando a vigarice é descoberta.
Entretanto, a propósito de um comentário ao post anterior, reparei que até mantemos uma certa tradição já pouco habitual nos nossos dias. A nossa árvore tem sempre figurinhas de chocolate, que para além de serem decorativas são um estímulo ao engenho dos mais pequenos. Já nos meus tempos de miúda, era tradição decorar a árvore com chocolates que raramente chegavam ao fim da época festiva. Eu surripiava os que estavam mais escondidos e fazia figas para que a minha mãe não lhes sentisse falta, o meu irmão mais engenhoso, comia os chocolates e deixava os papéis pendurados e moldados de uma forma atamancada, que não enganava ninguém, mas divertíamo-nos bastante porque “roubado sabe sempre melhor”.
Tinha esquecido esta fase até ao ano passado, quando descobri que tenho em casa o verdadeiro mestre do disfarce, uma versão bastante melhorada do tio. Ele come os chocolates e também deixa os papéis vazios na árvore, mas perfeitos, na sua forma original como se nunca tivessem sido tocados, só mesmo visto porque contado não dá para acreditar. Como consegue? Não sei, o sacaninha não revela os seus segredos, mas aquelas mãos pequeninas, com dedos compridos e fininhos fazem magia. Como dizia a minha avó “dedos de habilidoso” e ora aí está a habilidade do fedelho, que ainda se ri com ar de gozo quando a vigarice é descoberta.
E eu... eu continuo a divertir-me com a situação. O puto come os chocolates e treina os dedinhos habilidosos, a árvore tem sempre a decoração renovada e... a tradição continua a ser o que era.
...
sábado, 3 de dezembro de 2011
Habemus árvore de Natal, mas...
Habemus árvore de natal mas não habemus espírito natalício. Sempre ouvi dizer que Natal é quando um homem quiser, mas sentir na pele que subsidio de Natal é quando o governo quiser tira o espírito natalício a qualquer um. E vai daí, que esta porra fica assim a modos que o bolo rei sem fava e sem brinde… o bolo está lá, mas não é a mesma coisa. Este ano ainda escapam meia dúzia de frutos secos e três ou quatro frutinhas cristalizadas, há que aproveitar, porque para o ano restará apenas a massa... a do bolo, claro, porque a outra nem vê-la, quanto mais prová-la.
...
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
E chovam justificações de Greve
E hoje, em dia de balanço após greve geral. Estarão todos a pensar se os trabalhadores terão ganho algo com esta forma de luta. É pá, quanto aos outros não sei, mas na parte que me toca já estou a ganhar uma bela de uma tendinite.
...
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)





